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Intróito
Os membros do Grupo de Estudos de História da Técnica
– GEHT (ligado ao Centro de Memória – CMU, da
Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Estado de São
Paulo, Brasil) reunidos a 19 de junho de 1997 discutiram
sobre a conservação dos bens culturais, aqui designados
por “construções e instalações utilitárias”,
ligados aos ofícios, às profissões e às indústrias.
Decisões
Nessa reunião decidiu-se:
1. Elaborar uma Declaração do GEHT em defesa das construções
e instalações utilitárias. Essa Declaração foi discutida
a 24 de julho, 18 de setembro, 13 de novembro e 11 de dezembro
de 1997 e 29 de janeiro de 1998.
2. Submeter a Declaração aos membros do Grupo e a
interessados em assiná-la por adesão ou procuração.
3. Publicar a Declaração nos veículos editoriais do Centro
de Memória da UNICAMP, e mais publicações do Brasil e do
exterior, especialmente em periódicos especializados em
conservação de bens culturais.
4. Veicular a Declaração na imprensa e nas páginas do GEHT
na rede mundial de computadores (internet).
5. Distribuir cópias da Declaração aos membros dos
Conselhos e instituições municipais, estaduais, federal e
internacionais de defesa do patrimônio histórico e cultural.
Considerações
1. Os testemunhos materiais das atividades produtivas (máquinas,
ferramentas, moldes, modelos e protótipos, instalações
agrícolas e industriais, oficinas e edificações
pertinentes) desaparecem por serem preteridos pelos
Conselhos de Tombamento.
2. O tombamento de bens culturais edificados obedece
freqüentemente a critérios estéticos, resultando na
conservação de edificações oficiais e particulares,
fartamente decoradas e demonstradoras da riqueza de seus
construtores. Em contrapartida as construções utilitárias,
que aliam a simplicidade e a funcionalidade ao
despojamento decorativo, são por isso freqüentemente
negligenciadas.
3. Outro critério empregado na seleção de bens
edificados a serem tombados é o porte da construção,
sendo condenadas as edificações pequenas.
4. Mesmo quando sedes de fazendas são tombadas, muitas
vezes as demais edificações utilitárias da
propriedade são ignoradas. É o caso dos açudes,
adegas, aquedutos e canais, bebedouros, calçadas e
passeios, caminhos, casas de colonos, casas-de-farinha,
casas-de-força, cercas, cisternas, currais, curtumes,
engenhos, estábulos, linhas Decauville, mangueirões,
moinhos, muros, olarias, paióis, pedreiras, barreiros e
mais jazidas, pombais, pontes, porteiras, pousos de
tropeiros, ranchos, registros, senzalas, serrarias,
terreiros, tulhas, valos e outras edificações e
instalações.
5. Problema idêntico repete-se com relação aos núcleos
urbano-industriais e seu entorno, perdendo-se aquedutos
e canais, armarias, adegas, caixas e castelos-d'água,
caldeirarias, carpintarias, casas-de-força,
cervejarias, chapelarias, charcutarias, curtumes, depósitos,
escolas técnicas, fábricas de tecidos, ferrarias,
fundições, garagens, gasômetros, linhas e instalações
ferroviárias e portuárias, máquinas de arroz,
marcenarias, matadouros, minas, moinhos, oficinas de
carros de tração animal, oficinas e garagens de
bondes, olarias, pedreiras, pontes, portos, registros,
sapatarias, serrarias, sistemas Decauville e
monotrilhos, tanoarias, usinas siderúrgicas, hidrelétricas
e de gás de carvão e mais oficinas e plantas fabris e
seus anexos (escolas, escritórios, gabinetes dentários
e médicos, vendas, vilas operárias e outras).
6.A perda das edificações utilitárias freqüentemente
inutiliza o respectivo sítio arqueológico.
7. Edificações utilitárias eventualmente tombadas vêem-se
privadas de seus equipamentos (caldeiras, carretões,
forjas, fornalhas, guindastes, laboratórios, máquinas
e pilões de café, marombas, moendas, moinhos,
monjolos, noras, rodas-d'água, sistemas Decauville,
monotrilhos Lartigues e outros) pois esses bens
dificilmente são contemplados no processo de
tombamento.
8. Nas indústrias a substituição de equipamentos
obsoletos por outros atualizados condena aqueles ao
descarte, sendo sucateada parte da memória industrial.
Fases especialmente drásticas nesse processo marcaram a
passagem do emprego da energia humana, animal e hidráulica
pela energia do vapor e enfim pela energia elétrica.
9. Eventualmente profissionais são chamados a opinar em
processos de tombamento de edificações e instalações
utilitárias e elaboram pareceres negativos; isso se dá
principalmente por estarem comprometidos com a dinâmica
de renovação técnica e industrial do presente, sem o
necessário conhecimento de História da Técnica; para
esses profissionais as técnicas tradicionais perderam
definitivamente sua aplicação e seus testemunhos podem
ser eliminados sem prejuízo da memória cultural.
10. Igualmente preocupante é o fato de que na maioria
das poucas edificações utilitárias tombadas ocorreu a
descaracterização do seu interior e do entorno,
condenados por um “fachadismo” que contamina
fortemente certos meios ligados à conservação de bens
culturais edificados.
Nota. Somente a “ICOMOS Charter on the Conservation of
Historic Towns and Urban Areas” (ICOMOS, 1986) se
preocupou com o interior das edificações a serem
preservadas:
“Principles and objectives... 2. Qualities to be
preserved include the historic character of the town or
urban area and all those material and spiritual elements
that express this character, especially:...
c) the formal appearance, interior and exterior, of
buildings as defined by scale, size, style,
construction, materials, colour and decoration...
Any threat to these qualities would compromise the
authenticity of the historic town or urban area”.
Negrito do GEHT.
11. Agrava esse quadro o fato de os documentos textuais
referentes aos processos produtivos e sua economia serem
naturalmente raros e normalmente objetos de destruição.
Mesmo indústrias modernas deixam de conservar seus
arquivos, destruindo balanços, procedimentos,
registros, catálogos de equipamentos, fotos, plantas,
notas de compra e venda, correspondência e literatura técnica
considerada ultrapassada.
12. Se persistir o processo seletivo dos itens
anteriores, os historiadores da Técnica, da História
Econômica, da Arqueologia Industrial, urbanistas e
demais pesquisadores terão enormes dificuldades, pois
encontrarão apenas edificações de grande porte,
militares, religiosas ou residenciais, geralmente
decoradas e faustosas, mas não encontrarão construções
utilitárias, perdidas graças ao descaso.
Perder-se-ão os bens culturais mais representativos dos
fatores de produção mas conservar-se-ão os frutos
dessa produção na forma dos símbolos de riqueza.
Persistirá a memória de uma elite que não representa
os artesãos, oficiais e seus fazeres.
Perdurarão conservadas algumas edificações de
interesse da técnica e da tecnologia, mas divorciados
das máquinas, dos processos, dos documentos textuais e
das pessoas envolvidos no processo produtivo.
13. As raras edificações utilitárias conservadas terão
destinação totalmente diversa da original e do meio em
que surgiram, descaracterizadas e desvirtuadas.
Recomendações
do Grupo
de Estudos de História da
Técnica – GEHT
1. Os testemunhos materiais das atividades produtivas (máquinas,
ferramentas, instalações agrícolas e industriais,
edificações pertinentes, oficinas) e respectivos
documentos devem obter dos Conselhos de Tombamento, dos
arquivos, dos museus e das bibliotecas a mesma atenção
normalmente devida a outros bens culturais (como
solares, igrejas e fortalezas).
2. O tombamento de bens culturais edificados deve
obedecer a critérios técnicos. Critérios estéticos e
artísticos pertinentes a igrejas, capelas, palácios,
residências faustosas e chafarizes usualmente não se
aplicam a construções utilitárias.
3. Merecem apreciação as edificações pequenas e médias,
que não devem ser preteridas em função de seu porte.
4. Recomenda-se tombamento e conservação de complexos
edificados agrícolas, devendo ser contempladas todas as
edificações (utilitárias, religiosas, viárias,
residenciais).
5. A mesma recomendação aplica-se a conjuntos
edificados industriais urbanos e rurais.
6. O subsolo das edificações utilitárias protegidas e
de seu entorno deve ser preservado da destruição e da
descaracterização, conforme as declarações
internacionais referentes à conservação de bens
culturais edificados e de sítios arqueológicos, das
quais o Brasil é signatário.
7. É imprescindível a conservação dos equipamentos,
instalações e maquinaria das edificações utilitárias
(forjas, fornalhas, moendas, máquinas de café,
moinhos, monjolos, noras, linhas e instalações ferroviárias
e portuárias e máquinas industriais, guindastes e
outros) devendo ser arrolados no processo de tombamento.
8. Os empresários devem ser incentivados a doar os
equipamentos e ferramentas considerados obsoletos a
museus de técnica e a outras instituições dedicadas
à preservação da memória.
9. Recomenda-se que a análise do valor de edificações
utilitárias seja realizada por profissionais
especializados em História da Técnica e da Tecnologia.
10. Todas as instalações e estruturas das edificações
utilitárias protegidas devem ser respeitadas,
incluindo-se pisos, calçadas, bases de máquinas,
paredes e tabiques, escadarias, dutos e aquedutos,
trilhos, canaletas e outras, ainda que a maquinaria e
equipamentos tenham desaparecido.
11. Empresários devem ser incentivados a conservar a
documentação específica de suas atividades ou
incorporá-los a arquivos históricos oficiais.
12. Recomenda-se a conservação de máquinas e instalações
através de sua utilização como eco-museus e ferrovias
turísticas e didáticas.
13. Recomenda-se que governos e entidades não
governamentais incentivem e protejam as oficinas e indústrias
tradicionais ainda em operação, como pequenos
engenhos, ferrarias, fábricas de carros-de-bois,
moinhos, garantindo a longo prazo as verbas necessárias.
14. Bens agrícolas e industriais ligados a grupos étnicos
e colonizadores merecem atenção especial como
testemunhos da atividade econômica desses grupos.
15. Recomenda-se a conservação de áreas de vegetação
natural, pedreiras, minas, barreiros e mais jazidas e
recursos hidrológicos e faunísticos como fontes históricas
de suprimento de matérias-primas e insumos para a
construção, mineração e indústria, tendo
significativa expressão no estudo econômico, histórico,
botânico, zoológico e geológico.
16. Recomenda-se o levantamento de informações sobre a
vida profissional dos artesãos, oficiais e aprendizes.
Devem ser ressaltadas as raras iniciativas positivas
oficiais no Brasil, como tombamento e conservação de:
açudes (Quixadá CE
e Iperó SP);
caixa-d'água
(Pelotas RS);
casas de benefício
de chá e mate (Mogi das Cruzes SP e Campo Largo PR);
complexo rural (São
José do Barreiro SP);
engenhos (Americana
SP, Campinas SP, Ilhabela SP, Piracicaba, SP, Santos SP,
São Sebastião SP e São Paulo SP
);
fábricas (Alcântara
MA,
Campinas, Itu SP, Jacareí SP, João Pessoa PB e Lençóis
Paulista SP);
hangar (Rio de
Janeiro RJ);
instalações e
complexos ferroviários (Campinas SP, Cruzeiro SP,
Piracicaba, São João del Rei MG e Santo André SP);
matadouros
(Piracicaba e São Paulo SP);
pedreira (Itu);
registro de pedágio
(Piracicaba);
siderúrgicas (Iperó
e Ouro Preto MG);
tulha (Campinas);
usina hidrelétrica
(Rio Claro SP).
Muitos desses tombamentos se efetivaram tarde demais,
quando os respectivos equipamentos, estoques e arquivos
já haviam sido vendidos a empresas de reciclagem de
sucata ou destruídos pelo descaso e pelo abandono.
Outro fator a considerar é que diversas das construções
referidas acima foram tombadas devido a critérios estéticos,
turísticos, sentimentais, aristocráticos e políticos
e não por sua importância na história da técnica e
da cultura.
Muitas dessas edificações tombadas tiveram também seu
interior e seu entorno descaracterizados pelo
“fachadismo” que impera em certos meios ligados à
conservação de bens culturais edificados, sem
consideração com as normas exaradas nas declarações
internacionais de patrimônio edificado e arqueológico.
Conclusão
Com a presente declaração os membros do Grupo de
Estudos de História da Técnica (GEHT) e outros
interessados esperam sensibilizar os profissionais
ligados à conservação e pesquisa de bens culturais
com relação à necessidade de se preservar a memória
da produção e seus testemunhos materiais.
Signatários
Os
termos da presente Declaração do GEHT em defesa das
construções e instalações utilitárias são
ratificados pelas pessoas abaixo consignadas (por ordem
de adesão), que laboraram em sua redação ou aderiram
a ela, sendo Membros do GEHT.
Os Signatários
assumem publicamente o compromisso de pugnar pela
implementação das Recomendações desta Declaração
em suas atividades profissionais e como cidadãos.
- Celso
Lago Paiva, Relator
Grupo de Estudos de História
da Técnica - GEHT/
CMU/ UNICAMP, Coordenador em exercício (Campinas, SP)
Instituto Histórico e
Geográfico de Piracicaba – IHGP
- Nirlei
Maria Oliveira
Fundação Pinhalense de
Ensino (Espírito Santo do Pinhal, SP)
Grupo de Estudos de História
da Técnica
- Ana
Paula Farah
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Campinas, SP)
- Lily
Sverner
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Atibaia, SP)
- Paulo Sérgio
Monteiro da Costa
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Jaguariúna, SP)
- Ema
Elisabete Rodrigues
Centro de Memória
UNICAMP - CMU
(Campinas, SP)
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Campinas, SP)
- Maurício
Waldemarin de Souza
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Campinas, SP)
- Antonio
Henrique Felice Anunziata
Associação Brasileira
de Preservação Ferroviária – ABPF
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Campinas, SP)
- Graciela
de Souza Oliver
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Campinas, SP)
- Antonio
da Costa Santos, Prof.
Conselho Internacional
de Monumentos e Sítios - ICOMOS/ Brasil
Faculdade de Arquitetura
e Urbanismo, Pontifícia Universidade Católica de
Campinas – FAU/PUCCAMP (Campinas, SP)
Grupo de Estudos de História
da Técnica
- Francisco
Cesar Palma de Araujo, Prof.
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Bragança Paulista, SP).
- Irani
Marchiori, Prof.a D.ra
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Campinas, SP)
- Jussara
Marquesini Neves
Conselho de Defesa do
Patrimônio Cultural de Piracicaba – CODEPACC
(Presidente), até 1998
Prefeitura Municipal de
Piracicaba (Piracicaba, SP)
Grupo de Estudos de História
da Técnica
- Antonio
Theodoro Grilo, Prof.
Centro de Memória de
Passos (Passos, MG)
Faculdade de Direito da
Universidade do Estado de Minas Gerais -FADIPA/UEMG
- Henrique
Duarte de Miranda
Prefeitura Municipal
(Campinas, SP)
Grupo de Estudos de História
da Técnica
- Antonieta
de Oliveira Slonczewski
Associação Brasileira
de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais –
ABRACOR
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Campinas, SP)
- Neudenir
Pereira dos Santos, Prof.
Secretaria Estadual da
Educação de São Paulo
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Campinas, SP)
- Claudemir
Martins
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Campinas, SP)
- Emilia
Miyeko Yamagishi Costa
Grupo de Estudos de História
da Técnica (Jaguariúna, SP)
- Roberto
Pastana Teixeira Lima, Prof.
Faculdade de Ciências e
Letras “Plínio Augusto do Amaral” (Amparo, SP)
Grupo de Estudos de História
da Técnica
Signatários
por adesão
Os termos da presente Declaração do GEHT em defesa
das construções e instalações utilitárias são
ratificados pelas pessoas abaixo consignadas (por
ordem de adesão).
Os
Signatários assumem publicamente o compromisso de
pugnar pela implementação das Recomendações
desta Declaração em suas atividades profissionais
e como cidadãos.
- Nilson
Cardoso de Carvalho
Fundação Pró-Memória
de Indaiatuba (Indaiatuba, SP)
Associação Brasileira
de Pesquisadores de História e de Genealogia –
ASBRAP
- Janice
Gonçalves, Prof.a
Fundação Pró-Memória
de Indaiatuba, Superintendente, 1995-1999 (Indaiatuba,
SP)
Universidade de Blumenau
(Florianópolis, SC)
- Maria
Luiza Silveira Pinto de Moura
Centro de Ciências
Letras e Artes (Campinas, SP)
- Marly
Therezinha Germano Perecin,
Prof.a
Instituto Histórico e
Geográfico de São Paulo – IHGSP (São Paulo, SP)
Instituto Histórico e
Geográfico de Piracicaba – IHGP
Secretaria Estadual da
Educação de São Paulo (Piracicaba, SP)
- Anne-Marie
Pessis, D.ra
Conselho Internacional
de Monumentos e Sítios – ICOMOS/ Brasil
Fundação Museu do
Homem Americano (São Raimundo Nonato, PI)
- Fernando
Pinto
Conselho Internacional
de Monumentos e Sítios – ICOMOS/ Portugal (Évora,
Portugal)
- Marta
Maria Amato
Associação Brasileira
de Pesquisadores de História e de Genealogia –
ASBRAP (São Paulo, SP)
- José
Manuel Lopes Cordeiro, Prof.
Universidade do Minho
(Braga, Portugal)
Representante de
Portugal no TICCIH – The International Committee for
the Conservation of the Industrial Heritage
- Luiz A.
C. Souza, Prof.
Centro de Conservação
e Restauração de Bens Culturais Móveis – CECOR,
Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas
Gerais – UFMG (Belo Horizonte, MG)
- Eduardo
Salmar Nogueira e Taveira, Prof.
Faculdade de Arquitetura
e Urbanismo – FAU, Universidade Metodista de
Piracicaba – UNIMEP, Campus de Santa Bárbara
d’Oeste SP (Campinas, SP)
- Olga
Rodrigues de Moraes von Simson, Prof.a D.ra
Centro de Memória
UNICAMP – CMU, Coordenadora (Campinas, SP)
Faculdade de Educação
- FE/ UNICAMP
- Marcos
Cordiolli
Doutorando, Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo – PUC
(Curitiba, PR)
- Simonne
Teixeira, Prof.a D.ra
Centro de Ciências do
Homem, Universidade Estadual do Norte Fluminense
(Campos dos Goytacazes, RJ)
- Fausto
Couto Sobrinho, D.r
Arquivo do Estado de São
Paulo - DAESP,
Diretor (São Paulo, SP)
- Thomas
F. Glick, Prof. D.r
Professor of History,
Boston University
Society for the
Preservation of Old Mills – SPOOM,
President of the USA Northeast Chapter (Boston, USA)
- Fátima
Faria Gomes
(São Paulo, SP)
- Luiz
Alberto Franco Junqueira
(Belo Horizonte, MG)
- Isaura
Maria Accioli Nobre Bretan, Prof.a
Universidade Estadual
“Júlio de Mesquita” – UNESP (Botucatu, SP)
- Luis
Mota dos Santos Figueira, Prof.
Núcleo de Investigação
de Técnicas Tradicionais de Construção
(Coordenador), do Museu Agrícola de Riachos (Diretor
Técnico) (Riachos, Torres Novas, Portugal)
- Lucio
Gomes Machado, Prof. D.r
Conselho Internacional
de Monumentos e Sítios - ICOMOS/ Brasil (São Paulo,
SP)
Faculdade de Arquitetura
e Urbanismo, Universidade de São Paulo – FAU/USP (São
Paulo, SP)
- Suzanna
do Amaral Cruz Sampaio, D.ra
Conselho Internacional
de Monumentos e Sítios - ICOMOS/ Brasil –
Presidente Nacional, 1996/1999 (São Paulo, SP)
ICOMOS –
Vice-Presidente do Comitê Consultivo Internacional
- Adler
Homero Fonseca de Castro
Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional – IPHAN
(Rio de Janeiro, RJ)
Fortress Study Group –
FSG, England
Ordnance Society – OS,
England
- Carlos
Roberto Bastos Freitas
Arquivo Público do
Estado do Rio de Janeiro (RJ)
- Norivaldo
dos Anjos, Prof. D.r
Prof. Titular,
Departamento de Biologia Animal; Coordenador do
Programa de Pós-Graduação em Entomologia,
Universidade Federal de Viçosa – DBA/CCB/UFV, Viçosa,
Minas Gerais
Grupo de Pesquisadores
da Sociedade de Investigações Florestais – SIF
- Aristides
Arthur Soffiati Netto, Prof.
Universidade Federal
Fluminense, Campos dos Goitacases, Rio de Janeiro
Novo!
- Jonas
Soares de Souza, Prof.
Museu
Paulista da Universidade de São Paulo (Itu, São
Paulo)
Porto Feliz, São Paulo
Novo!
- Luana
Vilutis
São Paulo, SP
Novo!
- Jorge
Galindo Díaz, Prof. D.r
Universidad Nacional de
Colombia, Sede
Manizales, Colombia
O texto desta Declaração está conforme a decisão
dos membros do GEHT em reunião a 29 de janeiro de
1998 (podendo ser divulgado e publicado).
[Fim do texto original da Declaração]
São signatários 48 profissionais, em 24 cidades de
quatro países (Brasil, Colômbia, Estados Unidos da
América, Portugal).
A Lista de Signatários, atualizada a 9 de agosto de
2001, está em aberto. As adesões podem ser feitas
por declaração do interessado em ratificar os termos
acima exarados.
Se você está interessado em ratificar a Declaração
do GEHT em defesa das construções e instalações
utilitárias, envie mensagem nesse sentido para
Celso Lago Paiva
Coordenador do GEHT
mailto:celsolag@terra.com.br?subject=Declaracao_do_GEHT
informando:
1. Nome completo
2. Título (Prof., D.r)
3. Endereço postal
4. Endereço digital (...@...)
5. Páginas na rede mundial (http://www...)
6. Instituições a que pertence e representa
7. Cargos nessas Instituições
8. Páginas dessas Instituições (http://www...)
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COLABORACIÓN DE :
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