Ecuador
:
Cuenca |
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Pumapungo park
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Oswaldo Páez Barrera |
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1.
!Fuga Huayna-Cápac, fuga!
El Huayna-Cápac de bronce
cobra vida de pronto.
El rey, se mira ataviado con prendas
que nunca le pertenecieron,
se mira sin su séquito
solo y encaramado
sobre un montón de piedras.
Si pudiera decirlo en castellano, diría
-me veo ridículo-.
Su frustración
es comparable
con la sorpresa que le causan
esa invasión de vehículos y
construcciones raros,
esas luces, ese olor, ese ruido...
En fin, mira el perfil
de su Pumapungo en ruinas,
mira el río donde tantas veces se mojó
y al fondo
las montañas del Cajas
por donde Paul Rivet huye despavorido:
a galope tendido,
con cuencana en la grupa
y un tumi en la bandolera
El Inca se baja, echa lejos esas prendas
y lanza esas armas extrañas,
él también, corre desesperado,
busca refugio,
casi le atropella un Toyota 4 x 4...
Dos estudiantes de medicina le vieron
y han dicho a la policía
que era un indio loco... cara conocida...
2.
¿Por qué luego de 500 años de etnocidio quieren revivir la
identidad andina?
3.
Matar lo indio al grito de "!VIVAN LOS INDIOS!"
4.
¿Quién es el mejor interlocutor con el pasado?
5. Parquesitos de la globalización
6.
¿Qué hacer con Pumapungo?
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España
: Torroella de Montgrí |
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PIEDRA EN
SECO
Declaración de Torroella de Montgrí
(Baix Empordà , Catalunya. España) |
Adjunto
encontrareis el texto completo de la Declaración de
Torroella de Mongrí (Para la defensa del patrimonio cultural
de la piedra en seco) aprobada durante el II Encuentro de
Estudio para la Preservación del Patrimonio en Piedra Seca
en los Países Catalanes, celebrado los días 23 y 24 de
octubre de 2004 en Torroella de Montgrí.
Os animamos a que os adherais a esta Declaración y lo podais
hacer dirigiendoos a las dos direcciones de correo que
encontrareis al final de este documento. Lo podais hacer a
titulo personal o como entidad.
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Brasil
:
São Raimundo Nonato |
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Cadê as Capivaras da Serra? O encanto dos desenhos do Sertão
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“O Homem a
escreveu, o tempo a protegeu, a pesquisa a explicou. A nós
de preservá-la”
Filosofia adotada pela Fundham
Duas realidades, distantes e opostas em um mesmo local. Duas
épocas, duas vontades, dois anseios, dois objetivos e dois
direcionamentos de como encarar um mesmo lugar: A Serra da
Capivara localizada na cidade de São Raimundo Nonato, Piauí,
Brasil.
Ano 2005: noticiado, em alguns veículos de grande alcance
(jornais, revistas e televisão), o conflito pela terra. De
um lado sem-terras, agricultores e o secretário de Políticas
Públicas da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do
Piauí (Fetag), Antonio Soares; do outro a Fundação Museu do
Homem Americano (Fundham), ONG que administra o Parque da
Serra da Capivara em co-gestão com o Ibama e o Ministério de
Cultura. A terra em questão: 1.291 quilômetros quadrados que
formam o Parque Nacional da Serra da Capivara que tem seu
valor tanto pelos sítios arqueológicos que sustenta quanto
pela vegetação nativa formada por rochas areníticas e
flora/fauna da caatinga ameaçada de extinção.
O resultado desse conflito é um só: animais humanos levando
animais em extinção (como tatus e tamanduás) mortos
ilegalmente nas costas; grupos de agricultores promovendo
queimadas para iniciar plantio dentro dos sítios
arqueológicos; grandes paredões contendo belíssimos desenhos
rupestres cobrindo-se com a mais delicada, fina e refinada
película de fuligem negra formada pela queima de pneus;
técnicos do Incra descrevendo a terra que sustenta a
história do homem como um local com “solos arenosos, mas
capazes de produzir caju, mandioca e feijão, por exemplo
além da região ser propícia para outras atividades como a
apicultura” (Paulo Gustavo de Alencar, coordenador da
Divisão Técnica do Incra no estado).
Para finalizar o quadro temos mais dois fortes agravantes:
os repasses de recursos para o Parque não aconteceram
durante todo o ano de 2004 devido a cortes de gastos e
burocracias do governo e a Fundham conta ao todo com 79
funcionários e três servidores do Ibama para dar conta de
toda a sua imensidão de quilômetros quadrados para proteger,
gerenciar, administrar e manter esse Patrimônio Natural da
Humanidade (título concedido pela Unesco).
Este texto, não está aqui para discutir a questão agrária do
país, não está aqui para julgar a política do movimento
sem-terra. Não, definitivamente não. Que o país precisa
discutir esse assunto é fato, mas o que não falta são
registros de excessos cometidos por trabalhadores sem-terra,
sob a justificativa de que tudo vale na luta por um pedaço
do solo.
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